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                por Caliana Mesquita

              






 

 

 

  

 

 

 

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  CIRCO BRASILEIRO 2011 
ARTIGOS "ENTRE ASPAS"

MULHERES DESEQUILIBRADAMENTE FEMINISTAS

Por Caliana Mesquita

 Mulheres feministas

A mulher lutou durante décadas pela sua liberdade. Ganhou no campo profissional uma igualdade que os homens jamais imaginaram que elas conseguiriam conquistar. Hoje ocupam cadeiras na política, chefiam empresas e até no futebol mostram que são tão boas quanto os homens. As mulheres conseguiram fazer bem as funções que antes só pertenciam a eles, porém deixaram de lado a vida pessoal e sua real importância na construção da sociedade.

 

 A ânsia pela independência feminina trouxe para a sociedade resultados negativos. A mulher mãe, deixou de assumir o papel de educadora, seu tempo hoje se divide entre a casa, o trabalho e sua vontade de continuar vivendo. De fato a mulher não podia continuar submissa ao homem, abdicar da sua vida enquanto ele a vivia. Porém, se a família moderna não representa mais os padrões conservadores, que dividiam as tarefas domiciliares, onde o pai gerava renda e a mãe educava, quais referências serão levadas pelos filhos?

 

 Os jovens do século XXI não respeitam mais os pais, a figura paterna já não impõe o respeito de antes, a materna tornou-se irritante. Os filhos de hoje, antes de completarem a maior idade, já se sentem donos da própria vida. A mãe amiga foi substituída pela amiga inconsequente, pois seus conselhos quando não são caretas e antiquados, representam ameaças, pois nos tempos “modernos” mãe e filha tornaram-se concorrentes. E quem ousa contestar tal afirmativa? Qual outra figura social teria força para impor limites e trilhar regras familiares, senão a mãe tradicional? 

 

 As mulheres se queixam que não se fazem mais homens como antigamente. Cavalheiros natos, que abriam a porta do carro, faziam serenatas, enviavam flores sem necessitar de uma data especial, apenas pelo prazer de presentear a quem se gostava. Não se fazem mais “Robertos Carlos”, “Erasmos Carlos”, que traduziam com doçura a palavra mulher, em suas lindas melodias, expressando seu amor, mas acima de tudo, seu respeito pelo ser humano que representava, para sociedade, o equilíbrio da emoção e da razão.

 

 Essas mudanças no comportamento masculino, reflete-se as atitudes da mulher moderna, que busca o namorado na porta de casa, sente-se orgulhosa em dividir uma conta em mesa de bar, inicia uma relação sem conceder ao homem o prazer em conquistá-la, se entrega como se o sexo fosse uma banalidade. Os homens, por sua vez, se acomodaram a esta facilidade. Cortejar uma garota que preserva valores, até conquistá-la, passou a se perda de tempo. 

 

 Na sociedade, as musicas que ocupam as programações das rádios do país, tratam a mulher como mero objeto sexual, estimulando a violência e agredindo a essência da representatividade feminina na vida do ser humano. Os funks cariocas, os pagodes baianos, buscam banalizar a mulher e passam normalmente pela censura, pois tal comportamento tornou-se comum para a sociedade. 

 

 A sensação que se tem, é que a própria mulher jogou fora sua conquista pelo respeito dos homens. Ganhou no mercado de trabalho, mas perdeu na vida pessoal. As famílias modernas estão desordenadas, pois não se tem mais quem conduza a formação dos futuros cidadãos. Pai e mãe trabalham, e quem cuida dos filhos?Filhos crescem, e quem os ensinam a vida? A sociedade perdeu seu ponto de equilíbrio, a emoção venceu a razão.

 

 

ECA UMA ARMA PARA O FUTURO

Por Caliana Mesquita

Eca arma do futuro

O Estatuto da Criança e do Adolescente completou este ano seus vinte anos de idade. Durante este período uma longa trajetória entre criticas da sociedade, ainda amedrontada com esta lei inovadora, e uma realidade social que aprimora a cada dia seus artigos, que expressão a necessidade recuperar o futuro do país.

 

 Em 1990 a sociedade brasileira se deparou com um instrumento de cidadania poderoso, mais desconhecido e de difícil manuseio. Diferente de tudo que já lhe foi apresentado, o ECA, com passou a ser chamado, veio polemizar as relações de sociedade. Como ousou a substituir o antigo código de menores, que tratava crianças com adultos sem considerar seus limites de maturidade, o Estatuto da Criança e do Adolescente foi alvo de criticas sociedade brasileira.

 

A população a julgava com sendo uma lei protetora de menores infratores, desconsiderando que a grande diferença do ECA esta justamente na capacidade de punir o jovem infrator, mais fazendo com que ate este tenha garantia dos seus direitos, alem de buscar fornecer ao cidadão de 0 à 18 anos os recursos necessários para o seu desenvolvimento social e humano, de forma digna, estreitando as relações da sociedade e do poder publico no interesse prioritário para a formação deste elo social.

 

Este processo de rejeição e de descaso ao ECA, teve como principal aliado, o próprio poder que a criou. A política brasileira se acostumou a desenvolver instrumentos e projetos que estimulassem a sociedade a andar em círculos, enxergando unicamente os interesses de seus representantes. O ECA por sua vez, foi como um tiro no próprio pé, é como popularmente é dito “eles criaram cobra para morde-los”.

 

Considerada pela ONU com uma das leis mais perfeita do mundo, o Estatuto visa muito mais do que punir ou inocentar criança e adolescentes, ele visa reconstruir uma sociedade defeituosa sobre os princípios da ética, cidadania e humanidade. Conceitos estes esquecidos ou nunca conhecidos pelos membros do legislativo e executivo. Os quais se comportam de forma contraditória ora desenvolvendo projetos de lei com tanta ideologia e sensibilidade ora fechando os olhos para uma realidade social que se apresenta bem ao lado do Planalto, da Assembléia Legislativa ou bem enfrente ao espelho.

 

           

Hoje menos da metade dos jovens conhecem o Estatuto da Criança e do Adolescente, uma realidade que prejudica o próprio desenvolvimento do país, pois a falta de conhecimento da população para com seus direitos e deveres desenvolve uma serie de infrações a estes, aumentando o índice de violência e exploração sexual e do trabalho infantil, cominando na abdicação do seu direito mais importante, o da educação. E o que será de um país que não investe na educação de seus filhos? Qual o futuro pode-se prever a uma nação que não respeita suas crianças e adolescentes? Aonde se encontrará este futuro?O Brasil já se mostrou capaz de desenvolver a arma mais poderosa para o futuro, mas só chegará lá quando aprender a manuseá-la.

 

SER JORNALISTA É SER CIDADÃO

Por Caliana Mesquita

jornalista cidadão

As notícias são criadas pelos jornalistas, que buscam recolher informações e transformá-las em assuntos interessantes para seu público. O trágico, por chamar atenção do cidadão, atrai os veículos de comunicação por estes saberem do poder que a barbárie provoca na audiência das programações.

 Exagerar as emoções, expor a intimidade do cotidiano, explorar o macabro, pitoresco, são noticias que a cada dia ocupam mais espaço nas televisões brasileiras. Programas como Alerta Total ( Record), Brasil Urgente ( Band), Linha Direta ( Globo), Repórter Cidadão e A Tarde é Sua ( Rede TV), usam do sensacional, do grotesco, abusam do comodismo do público para encher as programações de sangue e violência. Mas o povo gosta? Se não gostasse não haveria tantos programas desta natureza disputando espaço nos televisores das famílias brasileiras.

Nesta constante briga pela notícia, que mais fascine o público, jornalistas não procuram mais informar pelo simples fato de esclarecer, mas sim pela necessidade de estar a frente da concorrência. Neste ritmo, quanto mais violência conter nos noticiários mais audiência terá e conseqüentemente mais publicidade e mais dinheiro para as empresas de comunicação. Os jornalistas estão vendendo a própria figura humana, e como se não bastasse a consciência dela.

 

Quando a comunicação é usada para fins únicos de se obter audiência, exclui- se valores éticos e humanitários, e surgem ações de desacordo com a moral pública e desastres sociais na mudança de hábitos culturais e no favorecimento do ego de criminosos, que são expostos em programas televisivos ou nas primeiras páginas dos jornais como verdadeiras celebridades do crime.

 

 

O jornalista sabe que jornalismo é feito em cima de notícia, em cima de fatos, ou melhor de fatos que viram notícia. A função de informar é uma tarefa que afeta uma sociedade. A criminalidade por fazer parte da vida social, recebe diariamente à atenção dos jornais, telejornais e programas de TV do país. Mas noticiar algo que já é corriqueiro não atrai audiência.

 

Nos anos 80 e 90, o jornalismo passou a utilizar criminosos do mais alto escalão do tráfico como fonte de audiência. Fernandinho Beiramar, Marcola e Bem-te-vi, ganharam as capas dos mais conceituados jornais e seus nomes eram constantemente mencionados nos noticiários da TV. Certo que as narrativas apresentavam os sangrentos currículos dos criminosos, mas para a lógica do crime quanto mais pavoroso for o seu perfil criminal, mais ibope eles terão em suas comunidades. Como comentou a inspetora da Polícia Civil do Rio de Janeiro, Maria Maggessi ao escritor Silva Ramos em seu livro “Mídia e Violência” em 2007. “Fazer uma capa com um bandido com cara de capeta e botar ‘ este é o pior bandido do mundo, mais carniceiro’, é um puto de um ibope. Só serve para aumentar a auto-estima deles”. Disse a inspetora relacionando essa audiência ao estímulo provocado nos meninos do morro, que crescem tendo os “chefes do tráfico” como ponto de referência, como os heróis que pretendem ser quando crescerem, temidos e respeitados por todos.

 

A atitude de divulgar um criminoso deve ser tratada pelo jornalista com cautela e responsabilidade, pois ao invés de mostrar o bandido como um infrator social e chamar à atenção para os crimes praticados por ele, os adjetivos atribuídos pelo jornalista podem transformar o bandido em liderança e exemplo de como se deve praticar um crime.O jornalista deve ser ético com seu público, informá-lo e esclarecê-lo sempre, mas a comunicação possui um valioso instrumento que pode ser usado para o bem ou para o mal, e na ausência de controles adequados a última possibilidade apresenta-se como a mais provável.

 

A comunicação direciona a sociedade. O jornalismo pauta os assuntos e as ações dos indivíduos. Divulgar o criminoso, o vulgar e o banal como fatos importantes e de relevância nos veículos de comunicação, de fato favorece o fortalecimento desses atos. Pessoas são motivadas pelo espetáculo do crime, do banal e do vulgar apresentados pelo circo que se tornou o jornalismo brasileiro.

 

Portanto, apesar do mundo viver na era do imediatismo, da concorrência pela exclusividade, fruto da globalização, é fundamental que a profissão, a qual representa o quarto poder da sociedade, não se converta ao interesses comerciais. O jornalista que conhece a essência da profissão, não constrói uma notícia em cima da dor, do sofrimento do outro, pelo mero prazer de atrair a audiência.

 

Um bom profissional da comunicação é aquele que mesmo diante de uma reportagem que o projete para o mundo, consegue pensar no ser humano, nas conseqüências que uma informação pode provocar na sociedade. As leis brasileiras presente no código de ética do jornalista expressa o compromisso com a verdade dos fatos, razão pela qual ele deve pautar seu trabalho pela sua apuração e correta divulgação. Pois para representar uma sociedade, não basta conhecer teorias e conceitos acadêmicos, os quais te fornecem base e argumentos para a técnica da comunicação. É preciso ir além, aprender a ser cidadão comprometido e responsável em ser os olhos, a boca e os ouvidos da sociedade.

 

 

 

 

 
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